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Os locais onde integrantes ou colaboradores do Primeiro Comando da Capital (PCC) têm maior influência e conseguem mobilização para realizar ataques como os ocorridos em maio e neste mês foram mapeados pelo governo paulista. Com essas informações, a polícia pretende estabelecer estratégias de combate aos "soldados" do grupo e tentar impedir o aumento da facção criminosa do lado de fora dos presídios.
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De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, os dados com a definição da área de atuação estão hoje em poder de quase todos os chefes da polícia do Estado. Ele inclui os líderes do PCC e seus colaboradores diretos, como os seqüestradores Wanderson de Paula Lima, o Andinho - com forte influência na região de Campinas e investigado pela polícia pela morte do prefeito de Campinas Antonio da Costa Santos, o Toninho do PT, em 2001, e Maurício Hernandez Norambuena, uma espécie de "consultor" das táticas de guerrilha repassadas à facção. Norambuena foi condenado a 30 anos de prisão pelo seqüestro do publicitário Washington Olivetto, em 2001.
Para chegar aos dados que apontam a área de influência de cada um dos presos ligados à cúpula do PCC, as polícias Civil e Militar, em conjunto com o Departamento de Inteligência da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), cruzaram informações de várias fontes: escutas telefônicas, fichas criminais dos líderes do grupo que apontam com quais outros criminosos eles foram presos e ainda uma grande quantidade de anotações que são apreendidas, dentro e fora das prisões, e nas quais constam telefones.
Outra frente utilizada pelas forças de segurança como fonte para criar o mapa de atuação dos criminosos filiados ao PCC no Estado são as apreensões de documentos que acontecem quando uma central telefônica clandestina utilizada por homens do grupo é descoberta.
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