| Agência Câmara/Divulgação |
 Maria Cristina depôs na CPI do Tráfico de Armas |
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A advogada de Marcos Camacho, o Marcola, líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Maria Cristina Rachado, cobrava honorários do grupo pela defesa de Marcola e usava sua influência dentro do PCC para que integrantes do grupo ameaçassem desafetos seus. Estas informações foram reveladas por Rui Ferraz, delegado do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), em uma entrevista concedida esta tarde sobre a operação de desmantelamento da tesouraria da quadrilha. Até o fim desta tarde, já foram presos 21 integrantes do PCC, entre eles Maria Cristina, acusada de formação de quadrilha.
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De acordo com Ferraz, Maria Cristina teria recebido R$ 5 mil em maio e R$ 1,5 mil por cada viagem a Brasília como representante de Marcola. O delegado relatou ainda que a cobrança de honorários e o pedido para que Sílvia Lima Bernardes ameaçasse de morte seu desafeto foram gravados em conversas telefônicas. Maria Cristina havia declarado à CPI do Tráfico de Armas que uma tia de Marcola pagava seus honorários.
Segundo o Deic, Sílvia vendia drogas a varejo e teria licença para venda de entorpecentes na zona norte de São paulo. Ela também foi presa na operação e aguarda julgamento.
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