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O Primeiro Comando da Capital (PCC) está encontrando resistência nos presídios para ordenar rebeliões como a que destruiu 19 penitenciárias no Estado, em maio. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.
O jornal teve acesso a uma correspondência de um detento da penitenciária de Araraquara que fala da situação. Em um trecho da carta, o preso diz que "tá geral aqui que nós não vamos levantar", em referência a possíveis novas rebeliões. Segundo ele, a maioria (dos presos) está descontente com a situação.
A mulher do detento disse que o marido não é da facção criminosa, mas teve de aderir às rebeliões para não morrer. "A maioria não é do PCC, mas tem de ir na onda", disse ela.
O presídio de Araraquara foi destruído em duas rebeliões, entre maio e junho, depois que líderes do PCC foram para a penitenciária de segurança máxima de Presidente Venceslau.
Coincidência ou não, o aviso de nova rebelião repassado às unidades pela Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) na semana passada não se confirmou.
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