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Dois policiais civis e dois militares foram executados em menos de quatro horas em São Paulo. As mortes violentas, registradas entre 19h30 e 23h30 de sábado, acuaram ainda mais os responsáveis pela segurança pública.
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A primeira morte dos três ataques ocorreu por volta das 20h de sábado, quando o sargento da reserva Roberto Alves da Silva, 47 anos, foi atingido por 19 tiros em uma farmácia no bairro Ermelino Matarazzo, zona leste da capital paulista. O policial militar reformado prestava serviço de segurança particular no estabelecimento comercial.
Pouco mais tarde, em torno das 23h30, o PM José Tibiriçá da Silva, 34, morreu ao ser executado por dois homens em um bar no bairro Heliópolis, na zona sul de São Paulo.
No interior do Estado, dois investigadores foram vítimas de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Edgard Roberto Zaccariotto morreu durante uma tentativa de assalto em seu comércio na cidade de Guaratinguetá. Já em Registro, o policial civil Onofre Moreira de Lima Filho, 36 anos, acabou sendo assassinado com nove tiros ao tentar impedir o roubo a um bingo da cidade
Atentado
O quinto atentado ocorreu na madrugada deste domingo em Guarulhos, na Grande São Paulo. Valdo Lima foi atacado dentro de seu carro, por volta das 5h30 da manhã, na rodovia Ayrton Senna.
Os tiros partiram de dois homens que estavam em uma motocicleta e passaram ao lado do carro do PM. Os vidros do carro foram acertados várias vezes, mas o policial escapou ileso, segundo a Polícia Militar de Guarulhos. Os criminosos fugiram após o ataque, que foi registrado no 4º Distrito Policial de Guarulhos.
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