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Guerra Urbana
Domingo, 9 de julho de 2006, 16h04  Atualizada às 16h18
Marcola nega ter dado entrevista à Bandeirantes
 
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Marcos William Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), negou à CPI do Tráfico de Armas ter concedido uma entrevista à TV Bandeirantes de dentro do presídio onde estava detido, de acordo com a rádio Jovem Pan. Na suposta entrevista, Marcola justificou os ataques realizados em São Paulo dizendo que a organização buscava apenas defender os direitos constitucionais dos presos e afirmou que a organização criminosa estaria preparando mais ataques.

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A autenticidade da entrevista, dada por telefone celular ao jornalista Roberto Cabrini em 18 de maio último, já havia sido contestada pelo Instituto de Criminalística, que afirmou que a voz não era do líder criminoso. A TV Bandeirantes contestou o laudo técnico.

Marcola depôs à CPI do Tráfico de Armas no dia 8 de junho. Ele foi ouvido por oito deputados e deu sua versão para os ataques do PCC em São Paulo. No depoimento, ao qual a rádio Jovem Pan teve acesso, o criminoso negou ter tido influência nos ataques e disse que o estopim foi a transferência de presos para Presidente Venceslau.
 

Redação Terra