Um dia depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter confirmado os poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para investigar magistrados suspeitos de irregularidades, a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, negou que tenha 'mágoa' pelo processo de questionamento que enfrentou
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Eliana agradeceu o 'apoio popular' que recebeu durante o momento em que foi criticada sua atuação de investigar juízes e desembargadores. 'Este processo é um processo institucional e, como processo institucional, eu não posso ter mágoas. Não existem mágoas institucionais'
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Com lágrimas nos olhos, a ministra disse que ao longo de toda sua carreira nunca havia visto uma mobilização tão grande como a que ocorreu sobre os poderes de atuação do CNJ. 'Todos se manifestaram. Isso é histórico. Estamos no caminho para uma democracia plena'
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Eliana contou ainda que se emocionou a cada voto proferido durante o julgamento que o Supremo realizou ontem e que só a partir de hoje deve conseguir descansar. 'Agora vou dormir porque eu não durmo há três meses'
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Um dia depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter confirmado os poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para investigar magistrados suspeitos de irregularidades, a corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, negou que tenha 'mágoa' pelo processo de questionamento que enfrentou
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