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Embaixador brasileiro chega à Capadócia para ajudar envio de corpos

22 mai 2013
09h53
atualizado às 09h54
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O embaixador do Brasil na Turquia, Antonio Salgado, está na região da Capadócia para acompanhar o repatriamento dos corpos das três turistas brasileiras mortas após o choque entre dois balões de ar quente. Autoridades e especialistas turcos informam que, em 16 anos que há passeios de balão na região, houve apenas dois acidentes com mortes.

<p>O acidente com um balão matou três turistas brasileiras na Capadócia, na Turquia</p>
O acidente com um balão matou três turistas brasileiras na Capadócia, na Turquia
Foto: AFP

É seguro voar de balão? Quais são os principais riscos?

A queda do balão ocorreu por volta das 6h de segunda-feira e envolveu dois balões de ar quente na Capadócia. Um deles se chocou com o cesto do outro balão e caiu quando sobrevoava formações rochosas na região. As causas do acidente estão sendo apuradas. O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) informou que, dos oito brasileiros feridos, um teve alta, e nenhum corre risco de morte.

Por orientação dos guias, o passeio ocorre sempre ao amanhecer, e os turistas devem estar preparados por volta das 5h. A vista é considerada um cartão-postal aéreo: é possível ver um céu claro e as cavernas que, até os anos 1950, eram moradias de religiosos. A Capadócia é uma região de paisagem e pouco habitada, mas muito visitada por turistas estrangeiras.

Desde 1997, há passeios de balão de ar quente na Capadócia. O presidente da Comissão da Capadócia Balão de Ar, Funda Aktan, disse que nesse período houve dois acidentes com mortes. Na Capadócia, 21 empresas estão licenciadas para passeios de balão. "O setor de balão de ar quente é seguro na Capadócia. Não há outro lugar no mundo com capacidade para o voo de mais de 90 balões e o transporte de 1,5 mil passageiros por manhã", disse Aktan.

O primeiro acidente com balões ocorreu em 2009, na região de Nevsehir, onde um turista morreu e dez pessoas ficaram feridas. Segundo Aktan, os acidentes são provocados pelas condições adversas do ar ou falhas piloto.

Com informações da agência pública de notícias da Turquia, Anadalu.

 

Agência Brasil Agência Brasil
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