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Dilma pede diálogo em tensão com índios, mas defende cumprimento da lei

5 jun 2013
12h23
atualizado às 14h25
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Em meio à tensão entre os índios que ocupam a fazenda Buriti em Sidrolândia (MS), a presidente Dilma Rousseff afirmou que defende uma saída negociada, mas reiterou que o Brasil é um país onde leis são cumpridas. Dilma negou discutir decisões judiciais - para ela, a definição da Justiça de reintegração de posse deve ser cumprida.

<p>Acirramento dos conflitos no Mato Grosso do Sul fizeram com que a For&ccedil;a Nacional e a Pol&iacute;cia Federal atuassem no Estado</p>
Acirramento dos conflitos no Mato Grosso do Sul fizeram com que a Força Nacional e a Polícia Federal atuassem no Estado
Foto: Marcos Ermínio/Campo Grande News / Especial para Terra

"Eu acho que essa é uma questão que tem de ser feita com base no diálogo. Agora, o governo brasileiro cumpre lei rigorosamente. O que a Justiça dispõe para nós fazermos, nós cumprimos", afirmou Dilma, em entrevista coletiva.

"O Brasil sempre prefere uma solução negociada, uma solução sem atrito. Agora, nós também temos uma característica: nós cumprimos a lei, e achamos que a lei não é algo que as pessoas possam falar 'não gosto dessa, gosto daquela'. Não é assim. Todo mundo neste País cumpre lei. Do presidente da República ao bebê que acaba de nascer", disse Dilma.

Ontem, em entrevista coletiva, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, afirmou que a presidente Dilma teria criticado a polícia de Mato Grosso do Sul por ter acatado a decisão de reintegração de posse. Hoje, ele declarou, em nota, ter cometido um equívoco sobre a posição da presidente.

Fonte: Terra

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