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Crise no Governo
Sábado, 17 de setembro de 2005, 18h30  Atualizada às 18h45
Buani, do "mensalinho", acena com candidatura
 
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O empresário Sebastião Augusto Buani, 54 anos, afirma que vai se filiar a algum partido político e que, quando o escândalo do "mensalinho" - suposta propina que ele disse ter pagado ao presidente da Câmara, Severino Cavalcanti - arrefecer, poderá se candidatar a algum cargo público.

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A filiação tem de ser feita até o próximo dia 30. Buani disse à Folha de S.Paulo que três partidos o assediaram: PSB (governista), PDT (oposição) e PMDB (rachado).

Uma eventual candidatura pode ser decidida depois. No ano que vem haverá eleições legislativas nos níveis estadual e federal.

Buani, de acordo com a Folha, já foi filiado ao PTB - partido cujo presidente, o agora ex-deputado Roberto Jefferson, foi o denunciante do primo parlamentar do "mensalinho" (o "mensalão", supostamente pago a deputados da base aliada ao governo).

"A decisão de me candidatar não é para esses dias. Não vou me candidatar (só) para ser mais um", afirmou Buani ao jornal.

Intimidade com o parlamento, Buani tem: ele é o dono do restaurante da Câmara, cuja concessão é o pivô do "mensalinho" - Severino é acusado por ele de cobrar propina para renová-la.

Buani também organizava jogos de futebol com parlamentares de vários partidos.

O empresário não é o único envolvido em escândalos que pensa em surfar a onda de popularidade e se candidatar em 2006.

A ex-secretária de Marcos Valério, Fernanda Karina Somaggio, que denunciou as relações de seu ex-patrão com petistas do primeiro escalão, afirmou que pretendia posar nua para a Playboy a fim de angariar dinheiro para uma eventual campanha ao legislativo. Mas, por ora, voltou para longe dos holofotes.
 

Redação Terra