Atualizada às 20h03
Laryssa Borges
Direto de Brasília
» CORREÇÃO: falta de fluência não traz risco
» Falhas no inglês causaram incidentes
» vc repórter: mande fotos e notícias
Saito reconheceu que a situação brasileira "não é a ideal" e disse que os controladores de vôo devem ser fluentes em inglês apenas em 2011. "Dos 190 países, 138 ainda não conseguiram atingir o nível 4 (o nível 6 é o maior em uma escala de proficiência em inglês para aviação)", disse. "Nós estamos nos esforçando para atingir o nível 4 em 2011. Isso não representa nenhum risco grave para os passageiros", comentou.
De acordo com o comandante, os profissionais brasileiros conhecem as terminologias específicas do setor de aviação e têm condições de se comunicar com pilotos. "Existe uma frasologia padrão, inclusive até para emergência. Não há problemas (em não ser fluente)".
"Isso não representa nenhum risco para o tráfego aéreo. Isso não cria nenhum problema de segurança de vôo. A frasologia é padrão. O tráfego aéreo não pode ficar em conversações", explicou Saito.
Redação Terra
Busca
Busque outras notícias no Terra: