Atualizada às 22h48
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"Já está definido que as empresas vão ter que indenizar o consumidor, nós estamos estudando agora como operacionalizar isso. Por que há passageiros que compram passagens com dinheiro, cheque, cartão, etc", disse o presidente-executivo da TAM, David Barioni Neto.
Segundo ele, a proposta apresentada pelo ministro prevê também que os órgãos do governo poderão pagar indenizações caso o atraso do vôo não seja causado pela companhia aérea. "Todo mundo vai pagar, não apenas as companhias aéreas", disse Barioni. "As multas causadas pela Infraero ou pelo Decea serão pagas de uma outra forma."
O presidente da Gol, Constantino Júnior, reconheceu que o pagamento das multas poderá representar um impacto adicional aos custos da companhia. Ele não descarta a possibilidade de repassar este custo para as tarifas.
"Se a empresa tem um custo excedente, naturalmente ela busca a viabilidade econômica, tem que buscar uma receita suficiente para cobrir aquele custo", afirmou Constantino Júnior. "Ou, o que é o principal, a empresa pode buscar formas de minimizar o impacto desses atrasos para que não tenha prejuízo para a companhia."
Reuters
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