Atualizada às 12h52
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Segundo a presidente da Anac, os locais em estudo ficam em regiões distantes uns dos outros e são mantidos em segredo a fim de evitar especulação imobiliária. Ela explicou que o lugar exato só será definido após aprofundamento dos estudos técnicos, mas se afirmou otimista.
"A partir do anúncio da inclusão no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do orçamento inicial para a compra do terreno, elaboração do projeto e terraplanagem, inicia-se a discussão da localização do aeroporto".
Em julho de 2007, o Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac) havia estabelecido que os estudos sobre as opções de localização do terceiro aeroporto de São Paulo deveriam ser entregues até 18 de outubro do mesmo ano. Atendendo a pedido da Secretaria de Aviação Civil (SAC), criada no início de outubro e na época comandada por Solange Vieira, o prazo acabou prorrogado por 180 dias, ou seja, até 14 de abril deste ano.
Na última segunda-feira, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, já havia falado sobre a construção do novo aeroporto. Em entrevista coletiva para anunciar a volta de conexões, escalas e vôos fretados a Congonhas, Jobim disse esperar que o melhor local esteja definido até junho de 2009.
"A aquisição do terreno e da terraplanagem para o novo aeroporto de São Paulo está orçado em R$ 2 bilhões. Destes, R$ 40 milhões seriam gastos na elaboração do projeto. Evidentemente, essa é uma solução de longo prazo", disse o ministro, evitando confirmar as perguntas sobre quantos locais estavam em estudo e em que regiões ficariam.
Agência Brasil
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