Crise aérea

Crise aérea

Quarta, 23 de janeiro de 2008, 03h17

Congonhas: Infraero se exime de responsabilidade

O presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, eximiu-se ontem de qualquer responsabilidade sobre eventuais problemas no Aeroporto de Congonhas (SP) com retomada das escalas e conexões anunciada pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim.

» Congonhas: autorizadas escalas e conexões
» Leia mais notícias da agência JB

"Aeroporto dificilmente atrasa vôo. A decisão é do ministro. A Infraero executa as decisões. Evidente que o ministro não tomaria uma decisão como essa se não tivesse convicção", esquivou-se Gaudenzi.

Segundo ele, a Infraero fez sugestões que foram avaliadas pelo Ministério da Defesa, mas, enfático, ressaltou que "a decisão é sempre do ministro".

Presente à cerimônia de balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Palácio do Planalto, Gaudenzi confirmou que será lançado em breve o edital de licitação para as obras do terceiro terminal do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, que terá também um terceiro pátio para aeronaves. As obras do terceiro terminal de Cumbica, previsto no PAC, deve durar dois anos.

Novas regras
As novas regras para Congonhas entram em vigor a partir de 16 de março, quando Congonhas voltará também a atender fretamentos e charters em horários determinados do fim de semana. O limite de 30 pousos e decolagens por hora, para a aviação comercial, foi mantido.

O presidente da Infraero prevê que não haverá caos nos aeroporto durante o carnaval. Segundo ele, o movimento estará concentrado em quatro cidades: São Paulo, Rio, Salvador e Recife.

"Conseguimos um final de ano bem mais tranqüilo. Esperava-se um caos que não aconteceu. Tenho certeza de que também no carnaval não vai acontecer", disse Gaudenzi, acrescentado que pretende visitar os terminais mais movimentados.

  • Imprima esta notícia
  • Envie esta notícia por e-mail

Busca

Busque outras notícias no Terra: