Atualizada às 20h51
Jeferson Ribeiro
Direto de Brasília
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Segundo o presidente da Anac, Milton Zuanazzi, a medida serve para dar maior "fluidez ao aeroporto congestionado de Congonhas". Segundo ele, essa medida vem acompanhada de outras providências, que serão tomadas pela Infraero, como o aumento de vagas para aeronaves no pátio de Congonhas e a melhoria do sistema de check-in no terminal aéreo.
"Nós passamos a impedir também que a aviação comercial utilize slots(horários) de pousos e decolagens da aviação geral (carga, particulares) que não estão em operação", disse.
O presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, afirmou que em outubro um novo pátio com capacidade para seis aeronaves de grande porte deve ser inaugurado em Congonhas. Hoje, o estacionamento do terminal comporta 25 aviões.
Ainda este mês, segundo Pereira, três novos canais de raio-X devem ser instalados no terminal para agilizar o embarque de passageiros.
A ampliação do número de balcões de check-in, porém, não é de tão fácil solução. A infraero trabalha com duas possibilidades para resolver a questão. Uma delas seria retirar a Anac e suas atuais instalações em Congonhas. Se isto for posto em prática, 35 novas posições de check-ins poderão ser colocadas em operação.
Outra alternativa seria conseguir uma autorização judicial para utilizar os cerca de 20 balcões que pertencem a Varig e que não estão sendo usados desde que a companhia entrou no processo de recuperação judicial.
Redação Terra
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