Atualizada às 16h14
Felipe Gil
Vagner Magalhães
Direto de São Paulo
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Em assembléia, a proposta de reajuste de 4% feita pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) foi rejeitada. De acordo com Francisco Lemos, diretor do Sina, "a programação das aeronaves será mais lenta e isso levará a um efeito cascata de atrasos".
A greve foi aprovada por unanimidade. Parte dos serviços essenciais, como navegação aérea, segurança e operações como fiscalização de pátio e organização serão mantidos.
A categoria reivindica reposição das perdas acumuladas desde 1994, que seria de 33,76%, e a manutenção da contribuição de 8% a 15% por parte dos funcionários no seguro-saúde. A Infraero propõe que ela passa a ser de 50%.
Os trabalhadores também reivindicam que a empresa faça um programa nacional de mídia para "defender a imagem dos aeroportuários". "Não somos culpados pela crise aérea. Isso é má gestão. Somos tão reféns quanto os passageiros", defende Lemos.
A assembléia dos funcionários do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, ocorrerá na próxima segunda-feira e é possível, de acordo com Lemos, que seja aprovado um indicativo de greve para o mesmo dia. A Infraero não se manifestou sobre o assunto.
Redação Terra
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