Atualizada às 22h50
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O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, havia recebido o inquérito no dia 11 de junho para, segundo informações do Comando da Aeronáutica, analisar o documento e enviar seu parecer ao Ministério Público Militar (MPM).
A investigação envolve controladores do Cindacta 1, em Brasília, e do Cindacta 4, em Manaus. A paralisação resultou na suspensão por quase cinco horas de decolagens nos principais aeroportos brasileiros.
O inquérito foi instaurado a pedido do MPM para averiguar se durante a paralisação houve a prática de crimes militares como insubordinação (a paralisação das atividades, mesmo que houvesse ordem contrária dos superiores) ou motim (caso seja caracterizada uma greve).
Redação Terra
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