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Dilma determina que ministro da Saúde permaneça em Santa Maria

28 jan 2013
14h04
atualizado às 14h15
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A presidente da República Dilma Rousseff determinou nesta segunda-feira que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, permaneça em Santa Maria para seguir na coordenação do atendimento aos feridos e aos familiares das vítimas que perderam a vida no incêndio em uma boate na madrugada de ontem. De acordo com a assessoria de imprensa da Presidência, a conversa a respeito ocorreu por telefone. 

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Veja quem são as vítimas do incêndio em boate de Santa Maria

Na manhã de hoje, o ministro deu entrevista coletiva e esteve no ginásio onde está instalada a Sala de Crise, que presta atendimento e reúne informações a respeito do incidente. Em seguida, viajou de avião até Porto Alegre, a cerca de 250 quilômetros de Santa Maria, para visitar feridos que foram transferidos para hospitais da capital gaúcha. No início da tarde, ele retornou para a cidade onde ocorreu a tragédia. O período que Padilha permanecerá no Rio Grande do Sul não está definido.

INCÊNDIO EM SANTA MARIA

Entenda detalhes de como aconteceu a tragédia em Santa Maria, na região central do RS, que chocou o País e o mundo e como era a Boate Kiss por dentro

Incêndio na Boate Kiss
Um incêndio de grandes proporções deixou mais de 230 mortos na madrugada deste domingo em Santa Maria (RS). O incidente, que começou por volta das 2h30, ocorreu na Boate Kiss, na rua dos Andradas, no centro da cidade. O Corpo de Bombeiros acredita que o fogo iniciou com um sinalizador lançado por um integrante da banda que fazia show na festa universitária.

Segundo um segurança que trabalhava no local, muitas pessoas foram pisoteadas. "Na hora que o fogo começou foi um desespero para tentar sair pela única porta de entrada e saída da boate e muita gente foi pisoteada. Todos quiseram sair ao mesmo tempo e muita gente morreu tentando sair", contou. O local foi interditado e os corpos foram levados ao Centro Desportivo Municipal, onde centenas de pessoas se reuniam em busca de informações.

 
A prefeitura da cidade decretou luto oficial de 30 dias e anunciou a contratação imediata de psicólogos e psiquiatras para acompanhar as famílias das vítimas. A presidente Dilma Rousseff interrompeu viagem oficial que fazia ao Chile e foi até a cidade, onde se reuniu com o governador Tarso Genro e parentes dos mortos.
 

 

 

Fonte: Terra
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