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SC: motoristas e empresas não entram em acordo em segundo dia de greve

Tentativa de negociação terminou sem acordo, e, por isso a greve de motoristas e cobradores continua

11 jun 2013
20h42
atualizado às 20h49
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A tentativa de negociação entre Ministério Publico do Trabalho (MPT), prefeitura de Florianópolis, representantes do Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo (Sintraturb) e das empresas concessionárias do transporte (Setuf) terminou sem acordo, e, por isso a greve de motoristas e cobradores continua. A paralisação completa dois dias e afeta cerca de 450 mil usuários.

<p>Tentativa de negociação terminou sem acordo, e, por isso a greve de motoristas e cobradores continua</p>
Tentativa de negociação terminou sem acordo, e, por isso a greve de motoristas e cobradores continua
Foto: Marcelo Bittencourt / Futura Press

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Empresários e trabalhadores não entraram em um acordo sobre o reajuste salarial e a redução de jornada de trabalho. A categoria também considerou “inconstitucional” a determinação da Justiça em manter a frota mínima e informou que todos os trabalhadores deverão permanecer de braços cruzados. De acordo com o procurador do Trabalho, Alexandre Freitas, o Sintraturb e o Setuf serão multados em R$ 100 mil.

Na segunda-feira, o sindicato dos trabalhadores chegou a propor uma “greve ao contrário” e se propôs a voltar ao trabalho desde que as catracas fossem liberadas até o final do impasse. O presidente do sindicato das empresas, Waldir Gomes, qualificou a proposta como “estapafúrdia” e pediu para que os funcionários voltem ao trabalho. “É a mesma coisa da pessoa encher o carrinho de supermercado e sair sem pagar”, afirmou.

Os motoristas e cobradores pedem a redução de jornada de 6 horas e 20 minutos para 6 horas, além de reajuste de 7,16% e aumento no ticket alimentação para R$ 460.

Fonte: Especial para Terra

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