atualizado às 10h42

RS: 4 novos casos de dengue são confirmados pelo governo

 

A Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul, por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, confirmou mais quatro casos de dengue contraída no Rio Grande do Sul. Eles foram registrados em Campinas das Missões (3) e Tuparendi (1). No total, são 19 casos chamados de autóctones, ou seja, quando a contaminação ocorreu dentro do Estado. Os registros, ainda considerados sob controle, estão restritos à região noroeste.

As medidas de controle desenvolvidas no Rio Grande do Sul incluem a eliminação de criadouros, tratamento químico da área, pesquisa de casos suspeitos e mobilização e esclarecimento da população e dos profissionais de saúde. Os municípios da região noroeste estão em alerta para a identificação de casos suspeitos de dengue e intensificando as ações preventivas e de controle do mosquito.

A dengue
A doença é transmitida pela picada do mosquito hospedeiro infectado, o Aedes aegypti. O vírus passa por um período de incubação de quatro a 10 dias. Os primeiros sinais são febre alta, dor nas articulações e músculos, fraqueza, falta de apetite, manchas avermelhadas pelo corpo, fortes dores de cabeça e dor no fundo dos olhos.

A chamada dengue clássica cura-se naturalmente, quando o organismo livra-se do vírus através de anticorpos. A forma hemorrágica, no entanto, requer mais cuidados. Quando o paciente apresenta o quadro hemorrágico existe sangramento da gengiva, das narinas e de órgãos internos, o que ocasiona dores abdominais.

Não existe um tratamento específico para a dengue, mas apenas para os sintomas. Ou seja, antitérmicos auxiliam a controlar a febre e os analgésicos amenizam as dores musculares e de cabeça, por exemplo. Quando há suspeita da doença, todos os medicamentos que sejam feitos à base de ácido acetil salicílico têm de ser evitados.

Terra