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"Logo entrou em um carro", diz testemunha de pelada no RS

11 nov 2014
07h55
atualizado às 09h34
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Quem já trabalhou em um plantão de final de semana sabe como às vezes a coisa pode ficar monótona. Em um domingo de clássico de futebol, com temperatura de mais de 30ºC, o corretor de imóveis João Inácio Silveira foi surpreendido por uma mulher que corria nua descendo a rua Gen. Auto, no centro da cidade de Porto Alegre.

Mulher de identidade ainda desconhecida é observada pelo Seu Silveira em frente ao seu trabalho
Mulher de identidade ainda desconhecida é observada pelo Seu Silveira em frente ao seu trabalho
Foto: Fernando Teixeira / FuturaPress

“Eu estava de plantão e ela veio correndo descendo, mas passou um carro por ela, um carro branco, cinza desses, e ela logo entrou no carro, eram umas 15h mais ou menos”, diz o corretor, talvez a única testemunha ocular do terceiro caso de nudismo feminino registrado em Porto Alegre nos últimos dias. “Passou só esse cara (no carro), um cara desceu, e ela entrou”, afirmou.

Uma mulher é flagrada correndo nua nas ruas de Porto Alegre, RS, a poucos metros do Palácio Piratini, horas antes da " Corrida Pelada" marcada pelas redes sociais
Uma mulher é flagrada correndo nua nas ruas de Porto Alegre, RS, a poucos metros do Palácio Piratini, horas antes da " Corrida Pelada" marcada pelas redes sociais
Foto: Fernando Teixeira / Futura Press

Pouco tempo depois, a foto da mulher de corpo atlético chegou às agências de fotos e ganhou as capas de portais de notícias como o terceiro caso de nudez pública feminina em Porto Alegre.

É possível ver em algumas imagens que a foto foi feita de dentro de um carro  branco. Algumas horas depois aconteceu a Corrida Pelada na Carlos Gomes, organizada através do Facebook, com mais de 3 mil participantes, mas que só reuniu um pouco mais de uma dezena, sendo que apenas um rapaz, Aldo Lammel, tirou a roupa.

Indagado se tinha registrado o rosto da moça, para ajudar na identificação, o fotógrafo Fernando Teixeira disse apenas que "não deu tempo".

De volta ao domingo bucólico do Seu Silveira, como ele é conhecido entre os colegas de imobiliária, ele conta que nem prestou muito atenção. “Não me chamou muito atenção porque era uma magra... depois contei para os amigos, para o pessoal na imobiliária”, relata, dizendo que não passou por mentiroso porque as fotos ganharam a internet, inclusive com ele ao lado da placa da empresa onde trabalha. Falando nisso, a imobiliária não perdeu tempo e botou logo a foto no Instagram.

Indagado se a cena teria ajudado ou trazido sorte com novas vendas, Seu Silveira, um uruguaio que há mais de 10 anos vive no Brasil responde: “não veio nada, só apareceu turista”.

Fonte: Terra
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