Desabamentos no Rio
 
 

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 Rio: empresa que fazia obras em 2 andares lamenta queda de prédio
27 de janeiro de 2012 00h12 atualizado às 00h29

Socorristas haviam retirado cinco corpos dos escombros até o início da madrugada desta sexta-feira. Foto:  /Reuters

Socorristas haviam retirado cinco corpos dos escombros até o início da madrugada desta sexta-feira
Foto: /Reuters

A empresa Tecnologia Organizacional, que ocupava seis dos 20 andares do prédio número 44 da avenida Treze de Maio, um dos três que caíram na noite de quarta-feira no centro histórico do Rio de Janeiro, divulgou nota na quinta-feira na qual lamenta o ocorrido. O comunicado, dirigido a colaboradores, omite as obras que a empresa mantinha no terceiro e no nono andar do edifício e que, segundo o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), eram irregulares.

Confira como fica o trânsito no local após os desabamentos

"Este comunicado chega num momento de profunda tristeza para a comunidade da TO. Lamentamos profundamente as perdas constatadas até este momento e nos solidarizamos diante dos fatos. Nesse momento estamos focados em dar todo o suporte possível às famílias dos desaparecidos. Mas também estamos nos preparando para trabalhar em contingência e restabelecer o mais rápido possível nossa estrutura administrativa", discorre a nota, sem fazer menção às obras.

O Crea-RJ descartou a possibilidade de o desabamento ter sido provocado por um vazamento de gás seguido de explosão. O engenheiro civil especializado em estrutura Antônio Eulálio enfatizou que as obras no local eram irregulares. "Essas obras devem ter sido feitas por leigos. Isso é considerado pelo Crea como exercício ilegal da profissão. Só que esse exercício é punido como contravenção, quando deveria ser punido como crime. Mas isso tem que mudar no código penal. Não é o Crea que muda isso", disse. Eulálio disse que o prédio caiu de cima para baixo e que a entidade trabalha com três hipóteses, todas ligadas a problemas na estrutura do edifício de 20 andares, o primeiro que desabou e caiu por cima dos demais.

Para o especialista, como a região onde estão os prédios é muito próxima do mar e as construções são antigas, pode ter havido corrosão e infiltração na última laje, provocando o desabamento em efeito cascata; a outra hipótese envolveria as reformas nos terceiro e nono andares, que poderiam ter levado ao comprometimento das vigas de sustentação; e a última possibilidade, também em função das obras, seria o excesso de peso nos andares devido ao acúmulo de material, como cimento, areia e pisos.

O presidente do Crea-RJ, Agostinho Guerreiro, afirmou que a última Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) referente ao prédio é de 2008. A ART é um documento por meio do qual o profissional registra as atividades técnicas solicitadas no contrato para a obra onde está trabalhando. Guerreiro explica que não é de responsabilidade do Crea fiscalizar laudos de obra, mas a fiscalização do exercício profissional.

"Quando o profissional não faz a ART ele está errando e a obra está ilegal. Mas às vezes o profissional que faz a obra não é do CREA, nem é engenheiro, nem nada. Aí nós não podemos fazer nada. A última ART que encontramos para aquele endereço datava de 2008", diz ele.

Caso o profissional responsável pela obra seja do Crea, ele terá a chance de se defender, mas provavelmente será punido pelo código de ética e, dependendo do tamanho de sua responsabilidade, poderá perder o credenciamento e o direito de continuar trabalhando. Guerreiro afirma que ainda não se sabe quem seria o responsável pela obra.

Sobre as prováveis causas do desabamento, Guerreiro garante que as probabilidades de vazamento de gás e de fragilidade do terreno são pequenas. "O ponto comum que a maioria dos especialistas e analistas estão convergindo é que essas obras muito provavelmente acabaram mexendo em alguma parte estrutural do prédio. Mas ainda não existe provas para falar sobre isso, é uma questão de probabilidade. Tem gente falando sobre explosão de gás, que o terreno onde o prédio foi construído era frágil, mas essas probabilidades são muito menores", disse.

O presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) do Rio de Janeiro, Sydnei Menezes, disse que não havia sinais de que as edificações pudessem cair. "O prédio não teve nenhum movimento pendular, não inclinou para cima ou para os lados. Ele simplesmente desmoronou e levou com ele os outros prédios, colados em divisa. Houve uma ruptura violenta, um colapso fulminante da estrutura. Esse desabamento foi um fato inédito. A maneira como ocorreu, sob o ponto de vista técnico, é realmente algo assustador."

Menezes considerou que, se a causa tivesse sido vazamento de gás, uma possibilidade praticamente descartada, haveria uma explosão muito violenta, com muito barulho, o que não ocorreu. Quanto à possibilidade de a reforma ter abalado a edificação, ele preferiu ser cauteloso. "Quando se mexe nas estruturas de um prédio para reformas internas, a própria estrutura reage, dá sintomas de fadiga. Você vê, por exemplo, trincas, portas emperradas, janelas fora do prumo, vidros quebrados. Há todo um prenúncio dos sintomas de um colapso estrutural, e disso também não se tem registro", afirmou.

Com relação a uma instabilidade do terreno onde os prédios foram construídos, uma área de charco que foi aterrada, o arquiteto explicou que a hipótese é improvável. "Os demais prédios do entorno não foram abalados, o próprio Theatro Municipal, que é uma obra iniciada no governo do prefeito Pereira Passos, em 1904, não sofreu nenhum abalo". Ele também não dá crédito à tese de que o desabamento tenha sido consequência de obras do metrô feitas na década de 1970 (a Linha 1 passa sob a avenida 13 de Maio).

O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), reiterou que a causa do acidente só poderá ser determinada pela perícia que está sendo feita por técnicos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli.

Os desabamentos
Três prédios desabaram no centro do Rio de Janeiro por volta das 20h30 de 25 de janeiro. Um deles tinha 20 andares e ficava situado na avenida Treze de Maio; outro tinha 10 andares e ficava na rua Manuel de Carvalho; e o terceiro, também na Manuel de Carvalho, era uma construção anexa ao Theatro Municipal. Ao menos cinco pessoas morreram no acidente e mais de 20 permanecem desaparecidas. Cinco pessoas ficaram feridas com escoriações leves e foram atendidas nos hospitais da região. Cerca de 80 bombeiros e agentes da Defesa Civil trabalham desde a noite do incidente na busca de vítimas em meio aos escombros. Estão sendo usados retroescavadeiras e caminhões para retirar os entulhos.

Segundo o engenheiro civil Antônio Eulálio, do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ), havia obras irregulares no edifício de 20 andares. O especialista afirmou que o prédio teria caído de cima para abaixo e acabou levando os outros dois ao lado. De acordo com ele, todas as possibilidades para a tragédia apontam para problemas estruturais. Ele descartou totalmente que uma explosão por vazamento de gás tenha causado o desabamento.

Veja a localização do desabamento:

Terra
  1. 2 de fevereiro Familiares e amigos das vítimas do desabamento participam de missa na Catedral de São Sebastião, no Rio de Janeiro

    Jornal do Brasil
    Foto: Douglas Shineidr/Jornal do Brasil

  2. 2 de fevereiro Houve momentos de comoção durante a cerimônia

    Jornal do Brasil
    Foto: Douglas Shineidr/Jornal do Brasil

  3. 2 de fevereiro A missa foi realizada pelo arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta

    Jornal do Brasil
    Foto: Douglas Shineidr/Jornal do Brasil

  4. 2 de fevereiro A catedral recebeu amigos e familiares das 17 vítimas do desabamento

    Jornal do Brasil
    Foto: Douglas Shineidr/Jornal do Brasil

  5. 2 de fevereiro As famílias receberam o apoio dos presentes

    Jornal do Brasil
    Foto: Douglas Shineidr/Jornal do Brasil

  6. 2 de fevereiro As famílias receberam o apoio dos presentes

    Jornal do Brasil
    Foto: Douglas Shineidr/Jornal do Brasil

  7. 2 de fevereiro "As lágrimas continuam rolando facilmente. De certa forma, muitos foram atingidos nessa cidade com a tragédia", disse o arcebispo

    Jornal do Brasil
    Foto: Douglas Shineidr/Jornal do Brasil

  8. 29 de janeiro
    Foi enterrado na tarde deste domingo, no cemitério de Inhaúma, subúrbio do Rio de Janeiro, Amaro Tavares, 40 anos

    Foto: Jadson Marques/Futura Press

  9. 29 de janeiro Amaro era o professor que ministrava o curso de Tecnologia da Informação em um dos prédios que desabaram na noite de 25 de janeiro no centro da cidade

    Foto: Jadson Marques/Futura Press

  10. 29 de janeiro Familiares e amigos compareceram ao enterro do professor

    Foto: Jadson Marques/Futura Press

  11. 28 de janeiro A quinta vítima identificada dos desabamentos, Alessandra Alves Lima, foi enterrada na manhã deste sábado no Rio de Janeiro

    Foto: Jadson Marques/Futura Press

  12. 28 de janeiro Alessandra era funcionária de uma empresa de informática que atuava no prédio Liberdade

    Foto: Jadson Marques/Futura Press

  13. 28 de janeiro A vítima tinha 29 anos e foi sepultada no cemitério de Ricardo de Albuquerque no Rio de Janeiro

    Foto: Jadson Marques/Futura Press

  14. 28 de janeiro Amigos e familiares foram se despedir de Alessandra

    Foto: Jadson Marques/Futura Press

  15. 28 de janeiro Ela trabalhava no prédio de 20 andares que caiu, levando consigo outros dois prédios vizinhos

    Foto: Jadson Marques/Futura Press

  16. 28 de janeiro No momento do desabamento, Alessandra conversava com o marido pela internet

    Foto: Jadson Marques/Futura Press

  17. 27 de janeiro O secretário estadual de Defesa Civil e comandante do Corpo de Bombeiros, Sergio Simões, admitiu que não há mais esperança de que sejam encontrados sobreviventes do desabamento dos três edifícios no centro do Rio

    Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil

  18. 27 de janeiro Maleta é retirada de escombros de prédio que desabou no Rio

    Foto: Marcus Vinicius Pinto/Terra

  19. 27 de janeiro Celso Renato Braga Cabral, vítima do desabamento, foi sepultado na manhã de sexta-feira em Niterói

    Jornal do Brasil
    Foto: Jornal do Brasil

  20. 27 de janeiro Amigos e familiares acompanharam o primeiro enterro das vítimas do desabamento no Rio de Janeiro

    Jornal do Brasil
    Foto: Jornal do Brasil

  21. 27 de janeiro Equipe de resgate retira corpo da sétima vítima fatal encontrada sob os escombros de edifícios

    Foto: AP

  22. 27 de janeiro Bombeiros e funcionários da Defesa Civil prosseguem as buscas por soterrados no centro do Rio de Janeiro

    Foto: AP

  23. 27 de janeiro Máquinas e escavadeiras dão suporte ao trabalho de remoção dos escombros

    Foto: AP

  24. 27 de janeiro O pedreiro Alexandre da Silva Fonseca, que sobreviveu ao desabamento após se proteger dentro de um elevador, revelou que paredes foram derrubadas na obra em que ele trabalhava, no nono andar de um dos edifícios

    Foto: Giuliander Carpes/Terra

  25. 27 de janeiro A cerimônia aconteceu debaixo de chuva

    Jornal do Brasil
    Foto: Vitor Silva/Jornal do Brasil

  26. 27 de janeiro A vítima foi uma das primeiras a ser identificada pelo IML

    Jornal do Brasil
    Foto: Vitor Silva/Jornal do Brasil

  27. 27 de janeiro Amigos e familiares compareceram ao cemitério de Maruí

    Jornal do Brasil
    Foto: Vitor Silva/Jornal do Brasil

  28. 27 de janeiro Sobre o caixão, foi colocada uma bandeira com as cores do Flamengo

    Jornal do Brasil
    Foto: Vitor Silva/Jornal do Brasil

  29. 27 de janeiro Bombeiro caminha sobre escombros de prédio que desabou no centro histórico do Rio

    Foto: Victor R. Caivano/AP

  30. 27 de janeiro Socorristas retiram corpo de vítima sob o concreto dos prédios

    Foto: Victor R. Caivano/AP

  31. 27 de janeiro Bombeiros combatem foco de incêndio em prédio que desabou no centro histórico do Rio

    Foto: Victor R. Caivano/AP

  32. 27 de janeiro Bombeiros utilizam máscaras para se protegerem de gases e da fumaça que saem dos escombros

    AFP
    Foto: /AFP

  33. 27 de janeiro Bombeiros retiram o 14º corpo dos escombros dos três edifícios que desabaram no centro do Rio

    Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil

  34. 26 de janeiro Ferros retorcidos e pedaços de concreto estavam dependurados do que restou dos edifícios

    Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil

  35. 26 de janeiro Uma multidão de curiosos acompanhava os trabalhos de resgate de vítimas

    Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil

  36. 26 de janeiro Quase 24 horas após o desabamento dos prédios, homens do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil continuavam trabalhando

    Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil

  37. 26 de janeiro Agentes da prefeitura e funcionários que trabalhavam no resgate usavam máscaras para evitar respirar o pó que subia dos escombros

    Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil

  38. 26 de janeiro Técnicos e especialistas avaliaram o estado das construções vizinhas ao acidente. O Theatro Municipal não foi comprometido

    Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil

  39. 26 de janeiro O Centro de Operações da prefeitura informou hoje que existe previsão de chuva, o que poderá prejudicar a busca por vítimas

    Foto: Vladimir Platonow/Agência Brasil

  40. Imagem feita antes do desabamento mostra os prédios em segundo plano, atrás da estátua do maestro Carlos Gomes

    vc repórter
    Foto: Lucas Marcelino /vc repórter

  41. 26 de janeiro Por volta das 21h de quarta-feira, Cláudio de Taunay se preparava para deixar seu escritório, no 16o andar do Edifício Capital, quando o prédio ao lado comecou a desabar. "Achei que algum avião havia se chocado com o prédio", diz o advogado

    Foto: Giuliander Carpes/Terra

  42. 26 de janeiro Mais de 20 horas após o acidente, os bombeiros haviam confirmado cinco óbitos e 18 desaparecidos no acidente

    Reuters
    Foto: /Reuters

  43. 26 de janeiro Poeira levantada pelos escombros complicava buscas na região

    Reuters
    Foto: /Reuters

  44. 26 de janeiro Retroescavadeiras auxiliavam na remoção dos escombros na procura de mais vítimas soterradas

    AFP
    Foto: Vanderlei Almeida/AFP

  45. 26 de janeiro Bombeiros resgatando uma das vítimas fatais do desabamento

    Reuters
    Foto: Reuters

  46. 26 de janeiro Corpo de vítima não identificada sendo resgatado do local

    Foto: Jadson Marques/Futura Press

  47. 26 de janeiro Até as 10h, as equipes de resgates tinham localizado três corpos entre os escombros

    Reuters
    Foto: Reuters

  48. 26 de Janeiro Bombeiros resgataram os primeiros corpos na manhã desta quinta-feira

    Foto: AP

  49. 26 de janeiro Equipes trabalhando no resgate de desaparecidos na manhã desta quinta-feira

    Foto: AP

  50. Parentes e amigos de pessoas que poderiam estar nos edifícios na hora da queda seguiam para a cena do desabamento em busca de informações

    Foto: Murilo Rezende/Futura Press

  51. 26 de janeiro Equipes de resgate removendo entulhos dos locais dos desabamentos

    Foto: Futura Press

  52. 26 de janeiro O prefeito Eduardo Paes foi até a área do desabamento para acompanhar as buscas

    Foto: Beth Santos/PCRJ/Divulgação

  53. 26 de janeiro Fumaça e poeira atrapalham o trabalho de busca

    Foto: Beth Santos/PCRJ/Divulgação

  54. 26 de janeiro Eduardo Paes no centro do Rio de Janeiro

    Foto: Beth Santos/PCRJ/Divulgação

  55. 26 de janeiro Bombeiros e homens da prefeitura usando cães farejadores

    Foto: Beth Santos/PCRJ/Divulgação

  56. 26 de janeiro A região é conhecida pelos prédios antigos

    Reuters
    Foto: Reuters

  57. 26 de janeiro Equipes trabalhando no resgate de corpos

    AFP
    Foto: AFP

  58. 26 de janeiro Dezenas de profissionais trabalham no resgate

    AFP
    Foto: AFP

  59. 26 de janeiro A forte poeira faz com que a equipe de resgate use máscaras

    AFP
    Foto: AFP

  60. 26 de janeiro O tráfego foi interditado na região dos desabamentos

    AFP
    Foto: AFP

  61. 26 de janeiro O prédio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro não foi atingido

    AFP
    Foto: AFP

  62. 26 de janeiro Visão aérea do Theatro Municipal

    Foto: /AP

  63. 26 de janeiro Trânsito sofre modificações na região do desabamento nesta manhã

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    Foto: José Carlos Pereira de Carvalho/vc repórter

  64. 26 de janeiro Ainda há bastante fumaça no local

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    Foto: José Carlos Pereira de Carvalho/vc repórter

  65. 26 de janeiro O prefeito Eduardo Paes esteve no local esta manhã

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    Foto: José Carlos Pereira de Carvalho/vc repórter

  66. 26 de janeiro Um dos prédios tinha 20 andares e ficava situado na avenida 13 de Maio; outro tinha 10 andares e ficava na rua Manuel de Carvalho; e o terceiro, também na Manuel de Carvalho, era uma construção anexa ao Theatro Municipal

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    Foto: José Carlos Pereira de Carvalho/vc repórter

  67. 26 de janeiro Os bombeiros continuam os trabalhos de busca com diversas viaturas

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    Foto: José Carlos Pereira de Carvalho/vc repórter

  68. 26 de janeiro O trânsito no local está bloqueado

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    Foto: José Carlos Pereira de Carvalho/vc repórter

  69. 26 de janeiro Trânsito é desviado no local; há a possibilidade de a obra que ocorria no prédio fosse irregular

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    Foto: José Carlos Pereira de Carvalho/vc repórter

  70. 26 de janeiro Vista aérea da rua 13 de maio

    Foto: /Futura Press

  71. 26 de janeiro Durante a manhã, a presença de fumaça foi constante na região do desabamento

    EFE
    Foto: /EFE

  72. 26 de janeiro Equipe de resgate observando os estragos provocados pelo desabamento

    EFE
    Foto: /EFE

  73. 26 de janeiro As equipes trabalham para tentar localizar sobreviventes

    EFE
    Foto: /EFE

  74. 26 de janeiro No início da manhã, o tempo bom auxiliava nas buscas

    EFE
    Foto: /EFE

  75. 26 de janeiro Máquinas tiram entulhos cuidadosamente

    EFE
    Foto: /EFE

  76. 26 de janeiro Cães farejadores são usados para tentar localizar sobreviventes

    Foto: /AP

  77. 26 de janeiro Durante a manhã desta quinta-feira, os bombeiros continuaram os trabalhos de busca

    Foto: Futura Press

  78. 26 de janeiro Carros que estavam na rua também foram atingidos pelos escombros

    Reuters
    Foto: Reuters

  79. 26 de janeiro Visão aérea da área dos prédios que desabaram no Rio de Janeiro

    Reuters
    Foto: Reuters

  80. 26 de janeiro Retroescavadeiras trabalharam durante toda a madrugada

    Foto: AP

  81. 26 de janeiro As ruas da região foram interditadas para o trabalho dos bombeiros

    Reuters
    Foto: Reuters

  82. 26 de janeiro Sobraram apenas ferros retorcidos no local do desabamento

    Reuters
    Foto: /Reuters

  83. 26 de janeiro Homens dos bombeiros, Defesa Civil e Guarda Civil trabalharam no local

    Reuters
    Foto: Reuters

  84. 26 de janeiro Os três edifícios desabaram por volta das 20h30. Um deles tinha 20 andares

    Foto: /AP

  85. 26 de janeiro Homens trabalharam para remover os carros do local do desabamento

    Foto: /AP

  86. 26 de janeiro A escuridão foi um dos desafios das equipes de resgate

    Foto: /AP

  87. 26 de janeiro Bombeiros procurando por desaparecidos

    Foto: /AP

  88. 26 de janeiro Bombeiros e Defesa Civil se preocupam com os prédios da região

    Foto: /AP

  89. 26 de janeiro Para chefe do Corpo dos Bombeiros, chance de encontrar sobreviventes é pequena

    Foto: /AP

  90. 26 de janeiro Testemunhas afirmaram que ouviram um estrondo antes da queda

    Foto: /AP

  91. 26 de janeiro Retroescavadeira trabalhando na remoção de entulhos

    Getty Images
    Foto: /Getty Images

  92. 26 de janeiro Funcionários trabalhando no resgate

    Getty Images
    Foto: /Getty Images

  93. 26 de janeiro O desabamento obrigou a interdição de toda a rua

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    Foto: /Getty Images

  94. 26 de janeiro A poeira cobriu toda a região ao redor dos prédios

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    Foto: /Getty Images

  95. 26 de janeiro Funcionário da CET-Rio junto à equipe de resgate

    AFP
    Foto: /AFP

  96. 26 de janeiro Bombeiro tentando localizar sobreviventes entre os escombros

    AFP
    Foto: AFP

  97. 26 de janeiro Ainda não se sabe o motivo dos desabamentos

    AFP
    Foto: AFP

  98. 26 de janeiro Carros atingidos pela poeira e escombros

    AFP
    Foto: AFP

  99. 26 de janeiro Os desabamentos modificaram a rotina no centro do Rio de Janeiro

    AFP
    Foto: AFP

  100. 26 de janeiro Trabalho da equipe de resgate durante a madrugada

    AFP
    Foto: AFP

  101. 26 de janeiro Vista da região central do Rio de Janeiro após os desabamentos

    EFE
    Foto: EFE

  102. 26 de janeiro Até o início da madrugada, não havia confirmação oficial de óbitos

    Foto: Wladimir Platonov/Agência Brasil

  103. 26 de janeiro Esforços pela busca de sobreviventes no desabamento dos prédios se alongaram pela madrugada desta quinta-feira

    Foto: Wladimir Platonov/Agência Brasil

  104. 25 de janeiro "A situação que se vê lá é muito feia", contou impressionado o presidente da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), que esteve no local

    Foto: Marcos de Paula/Agência Estado

  105. 25 de janeiro Três edifícios desabaram no centro do Rio na noite desta quarta-feira, por volta das 20h30. Um deles tinha 20 andares e ficava situado na avenida 13 de Maio; outro tinha 10 andares e ficava na rua Manuel de Carvalho; e o terceiro, também na Manuel de Carvalho, era uma construção anexa ao Theatro Municipal

    Foto: Cirilo Junior/Terra

  106. 25 de janeiro De acordo com os bombeiros do Quartel Central, houve uma explosão antes do colapso das estruturas. Os bombeiros foram ao local e havia forte cheiro de gás

    Foto: Dhavid Normando/Futura Press

  107. 25 de janeiro Segundo o Corpo de Bombeiros, cinco pessoas ficaram feridas com escoriações leves, sendo que três delas foram atendidas no local e liberadas. Um homem que estava preso no elevador foi encaminhado para o hospital Souza Aguiar

    Foto: Cirilo Junior/Terra

  108. 25 de janeiro "A possibilidade de vazamento de gás é muito pequena. Não sabemos a causa, mas não deve ter sido explosão, e sim um dano estrutural", afirmou o prefeito do Rio, Eduardo Paes

    Foto: Dhavid Normando/Futura Press

  109. 25 de janeiro Dezenas de curiosos se aglomeravam ao redor do acidente

    Foto: Murilo Rezende/Futura Press

  110. 25 de janeiro Uma retroescavadeira auxiliava na retirada de escombros para encontrar possíveis vítimas soterradas

    Foto: Murilo Rezende/Futura Press

  111. 25 de janeiro Câmera da CETRio mostra movimentação de ambulâncias na região do desabamento

    Foto: Reprodução

  112. 25 de janeiro Moradores da região ficaram apavorados com a queda dos edifícios

    Foto: Cirilo Junior/Terra

  113. 25 de janeiro Veículo próximo ao desabamento ficou coberto de poeira

    Foto: Cirilo Junior/Terra

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