Cidades

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11 de julho de 2013 • 20h45 • atualizado às 20h52

Cinegrafista da Band é ferido em protesto no Rio de Janeiro

 

Um cinegrafista da Band foi ferido, na tarde desta quinta-feira, enquanto cobria as manifestações no centro do Rio de Janeiro, informou o canal em seu site. Segundo a emissora, a vítima foi atingida por uma pedra.

<a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/brasil/infograficos/greve-geral/" href="http://noticias.terra.com.br/brasil/infograficos/greve-geral/">Greve Geral</a>

De acordo com informações da emissora, o homem foi atingido em meio a um tumulto que ocorreu na manifestação organizada por centrais sindicais. Segundo a Band, o cinegrafista passa bem. 

Polícia Militar (PM) e manifestantes entraram em confronto quando o protesto já chegava quase ao final, na altura da avenida Almirante Barroso, altura do Clube Militar, na avenida Rio Branco. Os policiais militares jogaram bombas de gás lacrimogêneo e centenas de manifestantes correram em direção à avenida Chile. Uma nuvem de fumaça tomou a Rio Branco. Muitos manifestantes ficaram com os olhos lacrimejantes e acabaram se afastando do local.

Os organizadores da passeata pediram do alto do carro de som para que as pessoas mantivessem o caminho normal até a Cinelândia, destacando que o movimento era pacífico. Mas, como não obtiveram êxito, voltaram a cantar o Hino Nacional com a finalidade de acalmar os ânimos.

Na esquina da avenida Chile com a 13 de Maio, manifestantes colocaram fogo em material inflamável, em pelo menos três pontos do cruzamento. Muita gente seguiu para a avenida 13 de Maio.

Greve geral
Milhões de trabalhadores prometem cruzar os braços e paralisar serviços fundamentais como bancos, indústria, obras, transporte público e construção civil em várias cidades. Entre as entidades que aderiram a paralisação nacional estão a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas), além do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da União Nacional dos Estudantes (UNE). 

Chamado pelos sindicatos de greve geral, o movimento - que pegou carona na onda de protestos que atingiu diversas cidades brasileiras em junho - é o quarto desse tipo em 190 anos, desde a Independência (7 de setembro de 1822). Em 2013, a novidade é a unificação dos sindicatos e movimentos sociais em uma pauta que cobra o avanço do Brasil. 

Veja a lista divulgada pela Força Sindical das cidades que devem participar do dia de paralisações:

ESTADO CIDADES
Amazonas Manaus
Alagoas Maceió
Bahia Salvador, Itabuna, Alagoinhas, Brumado, Caetité, Jequié, Camaçari, Nazaré, São Roque e Itabuna
Ceará Fortaleza
Distrito Federal Brasília
Espírito Santo Vitória
Goiás Catalão e Anápolis
Mato Grosso Cuiabá
Mato Grosso do Sul Campo Grande
Minas Gerais Belo Horizonte e Ipatinga
Pará Belém
Paraná Curitiba
Pernambuco Recife
Rio de Janeiro Rio de Janeiro, Volta Redonda e Resende
Rio Grande do Norte Natal
Rio Grande do Sul Porto Alegre e Região Metropolitana
Santa Catarina Florianópolis, Criciúma, Itajaí e Chapecó
São Paulo São Paulo, Osasco, Santo André, Guarulhos, São Caetano, Santos, Barretos, Marília, Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto, Franca, Santos, Sorocaba, São José dos Campos, Lorena, Araçatuba, entre outras.
Sergipe Aracaju

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