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Celso Amorim expressa apoio e solidariedade a Correa

30 set 2010
15h09
atualizado às 18h14

O Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, tomou conhecimento das manifestações envolvendo militares e policiais no Equador. Em telefonema ao chanceler do Equador, Ricardo Patiño, Amorim expressou o total apoio e solidariedade do Brasil ao presidente Rafael Correa e às instituições democráticas equatorianas.

Veja momento em que presidente do Equador é atacado

O Ministro tem mantido o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva informado sobre os acontecimentos para uma resposta do MERCOSUL, da UNASUL e da OEA, a fim de repudiar qualquer desrespeito à ordem constitucional no Equador.

O assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia, também assegurou que a crise política no Equador está sendo acompanhada pelo presidente Lula. "Vai haver, se for necessário, mobilização da Unasul (União de Nações Sul-Americanas), do Mercosul e da OEA, que já estão atentos ao assunto", disse Garcia.

A crise teve início após o presidente equatoriano ter afirmado que considera dissolver o Parlamento por conta de um impasse político com aliados. Além disso, policiais realizam protestos em todo o país, deixando o Equador sem segurança, e as Forças Armadas tomaram o principal aeroporto equatoriano.

O governo brasileiro recebeu informações que confirmam relatos vindos de Quito de que os militares seguem fiéis a Correa. Correa disse que foi atacado por manifestantes e que precisaria de tratamento médico. Logo depois, ele afirmou que os manifestantes da polícia o procuraram no hospital e que seriam responsabilizados se ele fosse ferido. O presidente acusou ainda a oposição de tentar promover um golpe de Estado no país.

Com informações de agências internacionais

Fonte: Redação Terra
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