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Caso Richthofen
Sábado, 9 de setembro de 2006, 03h35  Atualizada às 08h53
Rejeitada por presas, Suzane fica em ala separada
 
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Condenada a 39 anos e seis meses de prisão por envolvimento no assassinato dos pais, Manfred e Marísia, Suzane von Ricthofen, 22, vai permanecer em ala isolada na Penitenciária Feminina de Ribeirão Preto (SP), devido a ameaças das demais detentas. Com Suzane, permanecerão na cela isolada as advogadas acusadas de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), Libânia Catarina Fernandes, 28, e Valéria Dammous, 40.

Agentes penitenciários ouvidos pelo jornal Folha de S.Paulo afirmam que Suzane não vai ficar confinada com as demais presas por ser "rica" e por ter "matado os pais". Presas teriam ameaçado fazer rebelião se ficassem junto da jovem. Suzane foi transferida do Centro de Ressocialização de Rio Claro para Ribeirão Preto há poucos dias porque, segundo a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária, ela estava recebendo privilégios, como uso da Internet.

Já no caso das advogadas, elas foram separadas porque estão colaborando com as investigações sobre o PCC, se valendo do benefício da delação premiada, e teriam sido juradas de morte por outras detentas ligadas à facção.
 

Redação Terra