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O auxiliar da acusação no julgamento de Suzane von Richthofen e dos irmãos Cravinhos, Alberto Toron, afirmou que as penas foram fixadas de modo a impedir que se realize um novo júri. Segundo ele, dificilmente o julgamento será anulado e o processo não sustenta nenhuma nulidade.
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Quanto às diferenças das penas ele informou que Cristian Cravinhos teve punição menor por não ter uma ligação tão estreita com as vítimas como Suzane e Daniel possuíam. "Especialmente Suzane, que era filha", destacou ele, ao deixar o Fórum da Barra Funda, em São Paulo.
Suzane e os irmãos Cristian e Daniel Cravinhos foram condenados nesta sexta-feira por duplo homicídio triplamente qualificado pela morte dos pais da jovem, Manfred e Marísia von Richthofen, em outubro de 2002. Suzane e Daniel pegaram um total de total de 39 anos de reclusão mais 6 meses de detenção; Cristian, a 38 anos de reclusão mais seis meses de detenção.
Toron ainda comentou brevemente as teses de defesa dos acusados. "A acusação foi tão fraca que nem precisamos ir à replica", disse ele, lembrando que o Ministério Público abriu mão da nova argumentação durante a fase dos debates.
Já o auxiliar da promotoria, Nadir de Campos Júnior, foi mais enfático. "Desarmamos a bomba", disse ele, em relação ao suposto "argumento-bomba" que o advogado de defesa de Suzane estaria preparando para o final do julgamento.
"Suzane está condenada, vai ficar presa, e a sociedade voltará a dormir em paz, inclusive o irmão dela, Andréas", completou Nadir,
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