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O promotor Roberto Tardelli afirmou hoje, durante a defesa da tese da acusação, que Suzane von Richthofen ainda pensa em conseguir o dinheiro da herança, deixada pelos seus pais.
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"Ela mandou até contar os talheres da casa", disse, se referindo ao depoimento do irmão de Suzane, Andreas, que afirmou que a irmã está fazendo de tudo para atrasar o inventário da herança deixada por Marísia e Manfred von Richthofen, assassinados em outubro de 2002. Suzane e os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos são réus confessos das mortes.
Tardelli explica que a protocolação da renúncia de sua parte na herança não faz Suzane perder o direito de receber o dinheiro. Caso Andreas venha a falecer, Suzane será a primeira beneficiária.
"Se ela abre mão da herança e o irmão morre, a herança volta para ela", disse Tardelli.
"O menino (Andreas) não está sob ameaça? Ela matou pai e mãe. Quem pode afirmar que não há nenhum perigo para o Andreas. Quem?", disse o promotor se dirigindo aos jurados.
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