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 Suzane chegou, por volta das 8h45, ao Fórum para o quinto dia do julgamento |
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Nadir de Campos, um dos promotores do caso Richthofen, afirmou que a tese da Promotoria para condenar Suzane von Richthofen é provar a periculosidade dela, caso volte à sociedade. Segundo Nadir, a análise do psiquiatra forense Guido Palomba mostra que Suzane não é uma pessoa normal.
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"Ele (Palomba) não consegue afirmar com precisão que ela seja uma sociopata. Porém, disse que ela é uma pessoa irrecuperável para a sociedade", afirmou Nadir, em entrevista à TV Record.
A análise do psiquiatra é que Suzane demonstra frieza afetiva, falta de manifestação de piedade, de compaixão e altruísmo, falta de ligações afetivas profundas e insensibilidade diante de fatos graves.
Nadir de Campos alegou também que Suzane ainda não renunciou à sua parte da herança. Segundo o promotor, caso Andreas acabe falecendo, a primeira beneficiária será novamente a jovem.
"Essa não é minha visão. Eu quero lembrar que no depoimento, Andreas afirmou: 'Eu tenho medo da minha irmã, eu não posso dizer que ela é sociopata, porque eu estou apenas no primeiro ano de Farmácia, mas tenho medo dela'. Isso está registrado", afirmou Nadir.
O promotor declarou que defende pena idêntica para Suzane e para os irmãos Cristian e Daniel Cravinhos. "Eles se merecem. Uns foram executores, outros organizadores".
Nadir disse que o choro de Suzane, ontem, durante a exibição das fotos dos pais feitas pelo Instituto Médico Legal (IML), foi falso. "Eu estava do lado dela e senti um cheiro forte de 'Vick Vaporub' no lenço que ela segurava na mão. E como vocês sabem isso estimula as pessoas a lacrimejarem".
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