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Caso Richthofen
Quinta, 20 de julho de 2006, 22h29  Atualizada às 22h32
Se condenados, Cravinhos não vão para prisão comum
 
Vagner Magalhães
Direto de São Paulo
 
Futura Press
Defesa tenta abrandar punição dos irmãos Cristian e Daniel
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A defesa dos irmãos Cravinhos solicitou à promotoria que os réus não cumpram pena em uma cadeia comum, no caso de condenação. A informação é do auxiliar da promotoria no julgamento do assassinato dos pais de Suzane von Richthofen, Nadir de Campos Júnior. Nadir informou ainda que, provavelmente, eles serão encaminhados para a Casa de Recuperação de Sumaré, na região de Campinas, interior de São Paulo.

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O advogado de defesa de Cristian e Daniel Cravinhos, Adib Geraldo Jabur, buscou um acordo com a promotoria porque vai defender a condenação dos réus, pedindo penas compatíveis com a participação de cada um no assassinato. De acordo com a promotoria, a defesa reconheceu a contundência das provas e agora está tentando abrandar a punição. A solicitação de uma prisão diferenciada é para que os dois possam se recuperar, já que, para a defesa, não se tratam de bandidos comuns.

De acordo com Jabur, a defesa dos Cravinhos está tentando diminuir os agravantes do crime, como promoção de pagamento (crime feito por dinheiro); se houve ou não asfixia; a surpresa; se foi motivo relevante; e se houve direito de defesa.

Com relação à Suzane, segundo Nadir de Campos Júnior, não foi feito nenhum tipo de acordo, pois a defesa ainda acredita na absolvição da ré.
 

Redação Terra