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O jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves chegou hoje para o terceiro dia do julgamento em que é acusado de ter matado a ex-namorada, a também jornalista Sandra Gomide, às 11h. Ele entrou, acompanhado dos advogados, por uma garagem nos fundos no tribunal de Ibiúna, no interior de São Paulo, e não teve contato com populares nem com a imprensa, como ocorreu ontem. No primeiro dia de julgamento, Pimenta Neves foi xingado por cerca de 50 populares que o chamavam de assassino, sem-vergonha e bandido.
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A sessão destinada a réplicas e tréplicas começou às 12h10 e deve durar uma hora.
Na quarta-feira, o julgamento durou 13 horas e 28 minutos. No seu interrogatório, Neves optou pelo silêncio ao não falar sobre o crime e os momentos anteriores e posteriores ao assassinato. O segundo dia de julgamento do jornalista Pimenta Neves foi interrompido no início da madrugada de hoje depois de uma sessão de mais de 15 horas. Vencidos pelo cansaço, os jurados solicitaram ao juiz Diego Ferreira Mendes a interrupção dos trabalhos, que serão retomados nesta manhã.
No dia 20 de agosto de 2000, Pimenta Neves matou a então ex-namorada com dois tiros. O julgamento deverá ser encerrado no início da noite desta quinta-feira, de acordo com previsão do juiz Diego Ferreira Mendes, 29 anos, que preside a sessão.
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