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Carlos Horta Filho, promotor do julgamento do jornalista Antonio Pimenta Neves, assassino confesso da jornalista Sandra Gomide, afirmou que, após ouvir as três primeiras testemunhas, não tem nenhuma dúvida de que o crime foi premeditado.
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As testemunhas Deomar Setti, proprietário do haras em Ibiúna em que Sandra foi assassinada em agosto de 2000, e Marlei Setti, mulher de Deomar, confirmaram que Pimenta Neves, ao deixar o local do crime, saiu de lá como se nada tivesse acontecido. Isso reforça, de acordo com o promotor, a tese de crime premeditado.
Segundo Horta Filho, se a ação fosse um ato de emoção, a reação de Pimenta Neves teria sido outra. Conforme com o promotor, se o jornalista for condenado, a pena pode chegar a 30 anos.
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