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Caso Pimenta Neves
Cronologia: do início do namoro ao julgamento
 
Reprodução
A jornalista Sandra Gomide, assassinada em 2000
A jornalista Sandra Gomide, assassinada em 2000
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1997 - Pimenta Neves e Sandra Gomide se conheceram no jornal Gazeta Mercantil, quando Pimenta Neves foi contratado para dirigir o impresso. À época, Sandra já trabalhava lá, como repórter. Ambos namoraram por cerca de três anos.

1998 - Pimenta Neves se transfere para o jornal O Estado de S.Paulo e contrata Sandra Gomide como repórter especial. Posteriormente ela assume o caderno de Economia do jornal.

Julho de 2000 - Com o relacionamento em crise, Pimenta Neves demite Sandra Gomide do jornal, alegando falta de ética no trabalho.

Agosto de 2000 - Cerca de três semanas antes do crime, Pimenta Neves pede demissão, mas acaba voltando atrás, atendendo apelo de Ruy Mesquita, diretor responsável pelo jornal. Ele é aconselhado a fazer psicoterapia.

10 de agosto de 2000 - Dez dias antes do crime, Sandra Gomide registra boletim de ocorrência contra Pimenta Neves por invasão de domícilio. Pimenta Neves teria invadido o seu apartamento, na Vila Mariana, armado.

20 de agosto de 2000 - A jornalista Sandra Gomide é morta aos 33 anos, no início da tarde, com um tiro na cabeça e outro nas costas. O assassinato ocorreu no Haras Setti, em Ibiúna, interior de São Paulo. Sob suspeita de crime passional, o homicídio é atribuído pela polícia Antônio Marcos Pimenta Neves.

22 de agosto de 2000 - Pimenta Neves é internado no hospital Albert Einsten depois de tomar uma grande quantidade de medicamentos. Ele deixa uma carta de suicídio para as filhas.

24 de agosto de 2000 - Em depoimento de cerca de quatro horas no hospital, Pimenta Neves confessa que matou a ex-namorada e nega que tenha premeditado o crime. Ele alega que Sandra Gomide o traía.

25 de agosto de 2000 - Pimenta Neves é internado em uma clínica psiquiátrica na Granja Julieta, em São Paulo.

30 de agosto de 2000 - A juíza Eduarda Maria Corrêa, da 1ª Vara Criminal de Ibiúna, decreta a prisão de Pimenta Neves. A decisão da juíza se deu depois da análise que constataram que Pimenta Neves não apresentava problemas psiquiátricos.

4 de setembro de 2000 - O jornalista é transferido para o 77º Distrito Policial, no bairro de Santa Cecília.

23 de março de 2001 - O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, concede habeas corpus revogando a prisão preventiva do jornalista, assassino confesso de Sandra Gomide.

2 de maio de 2006 - O STF nega habeas corpus que pedia o adiamento do julgamento de Pimenta Neves.

3 de maio de 2006 - Começa o julgamento de Pimenta Neves. Após sessão de 13 horas, julgamento é interrompido sem que nenhuma testemunha fosse ouvida.

4 de maio de 2006 - O segundo dia foi maracao pelos depoimentos de de testemunhas de defesa e acusação. A sessão de 11h foi interrompida pelo cansaço do do júri.

5 de maio de 2006 - Pimenta Neves é condenado a 19 anos pelo homicídio duplamente qualificado de sua ex-namorada Sandra Gomide. Entretanto, o juiz No entanto, o juiz não decreta a prisão do jornalista, pois, de acordo com entendimento anterior do Supremo Tribunal Federal, ele tem o direito de recorrer da sentença em liberdade.
 

Redação Terra