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Anvisa recorre de decisão que libera câmeras de bronzeamento

15 jan 2010 10h09
| atualizado às 10h10
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recorreu na quinta-feira da antecipação de tutela que libera o bronzeamento artificial a todos os membros da Associação Brasileira de Bronzeamento Artificial (Abba).

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região, no Rio Grande do Sul, havia concedido a liminar no dia 8 de janeiro. No dia 11 de novembro, a Anvisa proibiu em todo o País o uso dos equipamentos para bronzeamento artificial, baseado na emissão de radiação ultravioleta (UV), em clínicas de estética. A agência diz que a resolução segue pesquisas sobre câncer, ligadas à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Pesquisas científicas comprovaram que a emissão de raios ultravioleta aumenta os riscos de câncer de pele. A Anvisa, então, abriu consulta pública para que profissionais de saúde, fabricantes e a própria população pudessem opinar sobre o assunto.

O câncer de pele corresponde a 25% dos tumores malignos registrados no País, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Esse tipo de bronzeamento já estava proibido pela Anvisa para menores de 16 anos e para jovens com idade entre 16 e 18 anos que não apresentassem autorização do responsável legal. Ficaram de fora da proibição as câmaras de emissão de radiação ultravioleta destinadas a terapias médicas.

Fonte: Redação Terra
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