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"O crime de atentado contra a segurança de transporte aéreo tem como bem jurídico protegido o transporte e o espaço aéreo nacional, cuja competência para gerenciamento é da União. Isso acarretaria, em tese, o deslocamento da competência para a Justiça Federal", explicou o promotor.
Hoje, o promotor falou sobre o laudo elaborado pelo Instituto de Criminalística (IC), que apontou como fatores decisivos para o acidente as falhas cometidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), pela Infraero, pela companhia aérea TAM e pela Airbus, fabricante da aeronave.
Segundo Sarrubbo, 10 pessoas deverão ser indiciadas e responsabilizadas pela tragédia, com penas que variam de três a quatro anos, no mínimo, e vão até seis anos. Os nomes dessas pessoas não foram divulgados pelo promotor.
Na próxima segunda-feira, o laudo deverá ser anexado ao inquérito policial conduzido pelo delegado Antônio Carlos de Meneses Barbosa. Depois, o delegado deverá remetê-lo ao Ministério Público Estadual.
"Temos a expectativa de receber o inquérito finalizado na próxima semana. Na seqüência, lançarei a minha manifestação ou iniciando o processo na Justiça estadual ou pedindo a remessa para a Justiça Federal. Quero crer que até o começo do próximo ano tenhamos o início de um processo criminal", afirmou o promotor.
Agência Brasil