Tragédia em Congonhas

Tragédia em Congonhas

Quinta, 17 de julho de 2008, 21h32 Atualizada às 22h06

Vôo 3054: espero fim de caso em prazo razoável, diz Jobim

No dia em que o acidente com o vôo 3054 da TAM completou um ano, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, explicou não ter qualquer poder de interferir nas investigações da Polícia Civil de São Paulo e do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Contudo, ele disse esperar que os fatores que contribuíram para o acidente e seus responsáveis sejam identificados logo. "Não temos condição nenhuma de dizer: vamos encerrar isso. Eu espero que encerremos num prazo razoável, mas não podemos sacrificar o conteúdo das investigações e das análises técnicas que devem ser feitas por causa da rapidez", afirmou.

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Jobim voltou a manifestar solidariedade às famílias das 199 pessoas que morreram no desastre. "O importante para nós é reiterarmos aquilo que fizemos logo que assumimos o ministério: (prestar) nossa solidariedade às famílias das vítimas do acidente", afirmou Jobim.  

O ministro voltou a citar a diminuição do número de vôos em Congonhas e a redução das áreas operacionais das pistas como medidas que aumentaram a segurança do aeroporto. "A demanda foi restringida à capacidade do aeroporto e a compatibilização entre capacidade e demanda é uma medida de segurança", disse.

Para Jobim, quem acusa o governo de não ter adotado medidas eficazes para aumentar a segurança de Congonhas estaria cometendo um "equívoco absoluto". Segundo ele, o fato de não ter ocorrido nenhum novo acidente no último ano é a prova de que as medidas implementadas foram capazes de aumentar a segurança do local.

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