Atualizada às 19h01
Hermano Freitas
Direto de São Paulo
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Os familiares foram até onde ficava o prédio da TAM Express, atingido pela aeronave no dia 17 de julho de 2007, na tragédia que resultou na morte de 199 pessoas. Muitos parentes e amigos se emocionaram por estar no local.
Os manifestantes usaram sprays para escrever mensagens cobrando justiça e atacando os órgãos da aviação civil brasileira e a companhia aérea TAM. Depois, o grupo se ajoelhou para depositar flores no local. O protesto terminou com uma oração e o hino nacional brasileiro.
O primeiro-secretário da Afavitam, Christophe Haddad, chamou atenção para o fato de os aviões decolarem rente à cabeceira da pista, ficando muito próximos da avenida Washington Luís. "Mais um pouco e os aviões caem na avenida!", alertou. Para Haddad, esta seria uma mostra de que a pista de Congonhas segue sem as condições mínimas de segurança.
Mais cedo, passageiros que aguardam por embarque no saguão aplaudiram a manifestação promovida pelas famílias. Com alto-falantes e faixas, os parentes pediram a elucidação das causas do acidente e gritaram em coro "justiça e verdade".
Redação Terra
Os familiares das vítimas colocaram flores no local onde ficava o prédio da TAM Express
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