Tragédia em Congonhas

Tragédia em Congonhas

Terça, 14 de agosto de 2007, 13h13 Atualizada às 14h15

Diretor: TAM desconhecia recomendação da Anac

O diretor de segurança da TAM, Marco Aurélio Castro, admitiu hoje, durante depoimento na CPI do Apagão Aéreo da Câmara, que a companhia ignorava a resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que determinava o uso de todos os sistemas de frenagem para pousos em Congonhas em dias de chuva.

» CORREÇÃO: Diretor: TAM desconhecia recomendação da Anac
» Pilotos não treinam pouso sem reversor
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Segundo o diretor, a TAM seguia normas de segurança apenas da Airbus. "Não tínhamos conhecimento desta norma e reconheço que se tivéssemos poderia ter ajudado em alguns casos".

O relator da CPI, deputado Marco Maia (PT-RS), disse que esse foi um fato que chamou a atenção durante o depoimento de Castro. "O que chamou a atenção foi o não acatamento. A norma existe e não foi cumprida", afirmou o relator.

O deputado Vic Pires (Democratas-PA) disse, durante o depoimento, que recebeu a informação de que a resolução da Anac não estaria em vigor. Os deputados, no entanto, alertaram que este documento está no site da agência.

A aeronave tinha um dos reversores travados no dia do acidente. Castro confirmou à CPI que a companhia proibiu, depois do acidente, pousos em Congonhas em dias de chuva com o reversor quebrado.

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Antonio Cruz/Agência Brasil O diretor de Segurança da TAM, Marco Aurélio Castro, depõe na CPI da Crise Aérea, na Câmara dos Deputados, em Brasília O diretor de Segurança da TAM, Marco Aurélio Castro, depõe na CPI da Crise Aérea, na Câmara dos Deputados, em Brasília

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