Tragédia em Congonhas

Tragédia em Congonhas

Quinta, 19 de julho de 2007, 22h01 Atualizada às 22h40

Aeronáutica: reversor é "brinde" para o piloto

O chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes (Cenipa) da Aeronáiutica, brigadeiro Jorge Kersul Filho afirmou nesta quinta-feira que "o reversor não é fator preponderante para operação em uma pista", garantiu, "o reversor é um brinde para o piloto". A TAM confirmou na noite de hoje que o reversor da turbina direita do Airbus que atravessou a pista de Congonhas (SP), se chocou com um prédio e pegou fogo, matando pelo menos 188 pessoas, estava desligado no momento do acidente por ter apresentado um problema quatro dias antes. Mas a empresa negou que o fato tivesse relação com a tragédia.

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Segundo o brigadeiro, reversor é um equipamento de vôo que vai acoplado à turbina do avião, para auxiliar a reduzir a velocidade durante o pouso. "A aeronave tem de ser capaz de uma operação sem a utilização dos reversores", afirmou.

Assim como a Aeronáutica, a TAM afirmou, em nota divulgada na noite desta quinta, que o reversor não é indispensável para o vôo e que a aeronave tem capacidade para pousar, mesmo com chuva, até sem os dois reversores. "O procedimento não configura qualquer obstáculo ao pouso da aeronave". O reversor "foi desativado em condições previstas pelos manuais de manutenção da fabricante Airbus e aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)".

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